sábado, 30 de novembro de 2013

JT

 olá olá galerinha do mal que ainda tira tempo pra ler este blog '-', eis que estou de volta! e.e, e é pra falar de um cara que me deixa sem fôlego: (e sim, a foto dele sem camisa ali embaixo foi de propósito)

Justin Randall Timberlake, ou apenas Justin Timberlake (Memphis, Estados Unidos, 31 de janeiro de 1981) é um cantor-compositor, ator e empresário. Alcançou a fama nos anos 90 ao se tornar um membro da boyband *NSYNC. 
Com seus dois primeiros álbuns solo, 
Justified (2002) e FutureSex/LoveSounds (2006), estabeleceu-se como um dos cantores mais bem sucedidos, com cada um vendendo mais de sete milhões de cópias mundialmente. O primeiro gerou os hits “Cry Me a River” e “Rock Your Body”,

enquanto o segundo estreou no topo da Billboard 200 e produziu os hits número um nos Estados Unidos “My Love (feat. T.I.)”, “SexyBack (feat. Timbaland)” e “What Goes Around…/…Comes Around Interlude”. 
De 2007 a 2012, Timberlake focou em sua carreira como ator. Seu terceiro álbum, The 20/20 Experience, foi precedido pelo carro-chefe “Suit & Tie (feat. Jay-Z)”, que teve chegou ao terceiro lugar na Billboard Hot 100. O álbum vendo mais de 960 mil cópias em sua semana de estreia nos Estados Unidos

Justin é filho de Lynn Harless e Randall Timberlake. Vêm de ancestrais inglese e seu avô paterno, Charles L. Timberlake, marido de Bobbye Joyce, foi ministro de uma igreja Batista. Cresceu na religião Batista; que ele mesmo considera mais “espiritual que religioso”, de qualquer forma ainda mantém o pensamento cristão.Seus pais se divorciaram em 1985 e ambos voltaram a se casar; sua mãe que agora trabalha numa com companhia de Entretenimento chamada Just-in Time Entertainment, se casou com Paul Harless, um banqueiro, quando Justin ainda tinha 5 anos de idade; enquanto seu pai é um diretor de coro musical de uma igreja batista, teve dois filhos, Jonathan (nascido em 1993) e Stephen (nascida em 1998), do seu segundo casamento com Lisa. Sua meia-irmã, Laura Chwieseni, morreu logo depois que nasceu em 1997 e é a única recordação de Timberlake, como ele se refere “Meu Anjo no Céu”. Justin cresceu em Millington, uma cidade pequena ao norte de Memphis. Sua primeira tentativa de seguir uma carreira de músico foi cantando músicas country num programa de televisão Star Search.

Em 1993, entrou no Mickey Mouse Club (Clube do Mickey), onde conhecera sua futura namorada Britney Spears, sua futura parceira de turnê Christina Aguilera, e o futuro parceiro de banda JC Chasez. Quando o Clube do Mickey acabou em 1995, convidou JC Chasez para formar uma boyband, organizado por Lou Pearlman, juntamente com Chris Kirkpatrick. O grupo ficou conhecido como *NSYNC.

*NSYNC
Justin e 
JC Chasez, que se conheceram no Mickey Mouse Club (que também tinha Christina Aguilera e Britney Spears no elenco), foram os dois cantores, líderes da boyband *NSYNC que ficou conhecida popularmente na década de 1990. O grupo formado em 1995 começou sua carreira 1996 na Europa, o qual se tornaria o fenômeno da música pop nos Estados Unidos dois anos mais tarde em 1998, com seu álbum de estréia, *NSYNC nos EUA, com 11 milhões de cópias vendidas somente lá, criando assim vários hits que estouraram como Tearin’ Up My Heart. Pelos próximos dois anos eles foram encorajados, pela similar situação dos Backstreet Boys, empenhados à uma longa batalha contra o empresário Lou Pearlman e finalmente assinando pela Jive Records. Lançaram em março de 2000, o seu álbum mais esperado, No Strings Attached, o qual veio ser o álbum que vendeu mais rápido de todos os tempos com 2.4 milhões de cópias vendidas só na primeira semana e produziu um single #1, It’s Gonna Be Me. O sucesso foi seguido pelo seu terceiro álbum, Celebrity, que segurou o titulo do segundo álbum que vendeu mais rápido de todos os tempos.

Em 2002, depois da conclusão do Celebrity Tour e o lançamento de Girlfriend o terceiro single de Celebrity o grupo decidiu dá um tempo, o que foi um período crucial para Justin começar a trabalhar no seu primeiro álbum solo. Nesse meio tempo o N’Sync ficou famoso pelos shows aonde eles fizeram, como no Academy Awards, na Olimpíada e no Super Bowl tão bem quanto seus mais de 50 milhões de álbuns vendidos em todo mundo, tornando ‘N Sync a terceira boy band que mais vendeu da história.

Carreira Solo
Em agosto de 2002, depois de alguns meses de gravação do álbum, se apresentou no MTV Video Music Awards, com a música dançante, “Like I Love You”, que foi produzida por The Neptunes. A canção alcançou o número onze na Billboard Hot 100. Seguindo o single, lançou seu primeiro álbum solo, Justified, em 5 de Novembro de 2002. Estreou no número dois na parada de álbuns da Billboard 200, vendendo 439,000 cópias na primeira semana do seu lançamento. Eventualmente foram vendidos mais de nove milhões de cópias nos Estados Unidos e mais de vinte milhões no mundo todo.O álbum foi aclamado pela crítica, devido ter bastante R&B contemporâneo influenciado pelos produtores de hip-hop, The Neptunes e Timbaland. Seus hits fizeram bastante sucessos do final de 2002 até 2003, incluindo singles de Rop 10 como Cry Me A River e Rock Your Body.


Fez a sua turnê juntamente com a de Christina Aguilera, o Justified/Stripped Tour no verão de 2003. No final do ano, gravou a música intitulada “I’m Lovin’ It”. Foi usada pela McDonald’s como tema da sua campanha publicitária, “I’m Lovin It” (no Brasil, o tema foi “Amo Muito Tudo Isso”). O negócio com a McDonald’s teve uma estimativa de $6 milhões pela venda do nome.

Em Fevereiro de 2004, durante o meio-tempo do Super Bowl, foi transmitido para uma rede televisão CBS, um show em que ele se apresentou com Janet Jackson para uma audiência de mais 140 milhões de telespectadores. Ao fim do show, Justin tirou fora uma parte da roupa preta de couro que Janet estava usando, acompanhada pela parte da letra da música. A parte em que roupa foi tirada, expôs brevemente um seio dela. Ele se desculpou pelo incidente dizendo “desculpe-me por qualquer um que tenha se ofendido pela ‘má função do guarda-roupa’ durante o show do meio-tempo do Super Bowl…”. A expressão “má função do guarda-roupa” (“Wardrobe malfunction” em inglês) tem sido usado pela mídia para se referir ao incidente e se integrou a cultura popular.

Com resultado da controvérsia, ambos foram banidos do Grammy Awards de 2004 a não ser que aceitassem pedir desculpas no evento. Aceitou e se desculpou quando recebeu o primeiro dos dois Grammy’s daquela noite (Melhor Álbum Pop por Justified e Melhor Performance Masculina por Cry Me A River). Ele também recebeu as nomeações de Melhor Álbum do Ano por Justified, Gravação do Ano por “Cry Me A River” e Melhor Rap/Colaboração por “Where Is The Love?” com o Black Eyed Peas.

Colaborações/Atuações
Depois da controvérsia do Super Bowl, Justin colocou sua carreira de músico de lado e se esforçou para dar início na carreira de ator, tendo estreado em pequenas colaborações em filmes desde o começo de sua carreira músico.Seu primeiro papel durante esse tempo foi como um jornalista num suspense Edison Force, que foi filmado em 2004 e lançado em DVD em 18 de Julho de 2006. Ele também apareceu em filmes como Alpha Dog, Entre o Céu e o Inferno, Southland Tales, e fez a voz do Rei Arthur jovem no filme de animação Shrek Terceiro, lançado em 18 de maio de 2007. Ele também apareceu como um jovem Elton John, em seu clipe da músca “This Train Don’t Stop There Anymore”.

Continou a gravar com outros artistas. Depois de “Where Is the Love?”, ele continou a gravar com o Black Eyed Peas em 2005, na música “My Style” do seu álbum Monkey Business. Com Nelly, gravou a música “Work It”, que foi remixada e incluída no álbum de remix de Nelly de 2003. Quando estava gravando “Signs” com Snoop Dogg, ele descobriu um problema na garganta. Nódulos foram subsequentemente removidos de sua garganta numa operação em 5 de maio de 2005. Ele foi informado pra não cantar alto pelos poucos meses seguintes. No verão de 2005, Timberlake iniciou sua própria gravadora, Tenaman Records.

Future Sex / Lovesounds 
Em 2007, fez uma pequena aparição no clipe do single “Promiscuous” de Nelly Furtado e Timbaland. Lançou seu segundo álbum solo, FutureSex/LoveSounds, em 12 de setembro de 2006. O álbum que Timberlake criou em 2005, estreou na primeira posição na parada da Billboard, vendendo 1,684,000 cópias na primeira semana. É o maior álbum de pré-ordens no iTunes, batendo recorde de Coldplay de maior venda de uma semana de um álbum digital. O álbum foi produzido Timbaland, Danja (que produziu o encarte do álbum), Will.I.Am, Rick Rubin e o próprio Justin e contou com a participação dos vocais de Three 6 Mafia, T.I e will.i.am.

O single líder do álbum, “SexyBack”, foi apresentado na abertura do MTV Video Music Awards de 2006 e alcançou o número um na Billboard Hot 100, onde ficou sete semanas consecutivas.”My Love”, o segundo single do álbum, também foi produzido por Timbaland com a participação do rapper T.I, alcançou novamente o número na Hot 100, como seu terceiro single “What Goes Around/Comes Around”. Foi o convidado especial do Victoria’s Secret Fashion Show de 2006, cantando na abertura do desfile “SexyBack”. Em janeiro de 2007, Justin iniciou sua turnê; FutureSex/LoveShow. “Summer Love/Set the Mood Prelude” foi o quarto single do álbum, e o próximo foi “LoveStoned/I Think She Knows”. A música “Give It to Me”, um single de Timbaland com participação de Timberlake com Nelly Furtado, alcançou o número-um no Hot 100.

Em abril de 2007, tem sido visto entrando em estúdios de Londres com Madonna, ele confirmou os rumores de que estava colaborando com a pop star. Revelou ainda; “estamos trabalhando em 5 ou 6 músicas realmente muito boas, algumas finalizadas, outras não e nós vamos voltar em julho pra terminar mais algum material”. Quando perguntaram se ele poderia cantar com Madonna, ele disse, “possivelmente, sim”. O novo single produzido por Madonna, Timbaland e Justin se chama “4 Minutes”. O próprio Timbaland tocou a música em um evento de rádio americana Z100 em meados de Dezembro de 2007.

Em fevereiro de 2008, foi premiado com 2 Grammy’s Awards. Na 50ª Cerimônia do Grammy Awards, Timberlake venceu nas categorias de Performance Pop Masculina prêmio por “What Goes Around…/…Comes Around” e Melhor Dança prêmio por “LoveStoned/I Think She Knows”.

The 20/20 Experience 
O terceiro álbum de estúdio do cantor foi lançado em 15 de março de 2013 pela RCA Records. O disco é o primeiro trabalho do cantor desde FutureSex/LoveSounds de 2006, quando ele entrou em seu hiato musical e mover-se para a RCA Records em 2012. O álbum foi gravado entre junho de 2012 e 2013, durante a promoção de filmes de Timberlake. Como produtor executivo, Timberlake se
alistou com colaboradores anteriores como Timbaland e Jerome “J-Roc” Harmon. No dia 11 de Março de 2013 o álbum foi disponibilizado pelo iTunes para que as pessoas pudessem escutar o álbum por streaming gratuitamente. O disco teve 3 singles, incluindo Suit & Tie (feat. Jay Z) e Mirrors. Com o álbum, JT ganhou 4 VMAs, dentre eles, o Michael Jackson’s Vanguard Award, entregue a artistas com videografias icônicas, que mudaram o modo de produzir os videos musicais.


A segunda parte do disco, intitulada “The 20/20 Experience - 2 of 2”está nas lojas e está sendo um grande sucesso e.e (sim, estou puxando saco desse gostoso)



e também tem a parte de ator dele, mas como essa porra é sobre música, fica pra outra vez ;*
 

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

The Cure

 Vamos falar de uma banda fodástica? \õ/

The Cure é uma lendária e altamente influente banda inglesa de rock alternativo, formada em Sussex, Inglaterra em 1976. A banda já passou por muitas mudanças bruscas, com o guitarrista, vocalista e principal letrista Robert Smith — conhecido pelo ícone que é seu cabelo desarrumado, pele pálida, batom borrado e as frequentes introspectivas e sombrias letras — sendo o único membro constante.

Alcançando grande sucesso em meados da década de 80, com diversos álbuns que alcançaram grande exposição e popularidade: Disintegration (1989), considerado a obra-prima da banda; Kiss Me, Kiss Me, Kiss Me (1987), álbum que consolidou a fama da banda; Pornography (1982), uma das mais aclamadas obras-prima do cenário Gótico. A banda entrou em declínio a partir da década de 90 (após o disco Wish(1992), que foi bastante aclamado pela crítica e obteve sucesso comercial). Com a chegada do novo século, a banda foi reconhecida mundialmente como uma das mais influentes do rock alternativo moderno. O grupo havia vendido até 2004 mais de 30 milhões de cópias no mundo todo, com 1.1 milhão de vendas certificadas somente no Reino Unido, sendo uma das bandas alternativas de maior sucesso da história. Em Outubro de 2008 a revista britânica NME anuncia a atribuição do prémio ’Godlike Genius’ à banda, em forma de reconhecimento pela contribuição para a música alternativa e pela suaextraordinária carreira.

História

1973-1979 (Antecedentes e Formação)

A história do The Cure confunde-se com a de Robert Smith, nascido no dia 21 de Abril de 1959 em Blackpool, norte de Inglaterra. Acaba por se estabelecer com a família em Crawley, um súburbio de Londres. É um rapaz problemático e acaba por ser expulso da escola que frequentava, por ser considerado má influência para os seus colegas de escola. Apesar da expulsão, acaba por voltar às aulas sem que ninguém note. O tempo que não era usado nas aulas era passado em salas de estudo, ou então podiam também usar esse tempo em atividades culturais. O Robert decidiu formar uma banda para não ter que estar fechado numa sala a estudar.

O primeiro grupo que teve chamava-se The Obelisk que era composto por alunos Notre Dame Middle School de Crawley. Esta banda era composta por Robert Smith (piano), Michael Dempsey (guitarra), Lol Tolhurst (percusssão), Marc Ceccagno (guitarra solo) e Alan Hill (baixo). Em Janeiro de 1976 após deixar os Obelisk, Marc Ceccagno forma os Malice com Robert Smith - agora também na guitarra - e Michael Dempsey - que passou a baixista - juntamente com outros dois amigos de turma da St. Wilfrid’s Catholic Comprehensive School. Passado pouco tempo Ceccagno abandona este projecto para se dedicar á sua nova banda, os Amulet. Pouco tempo depois entra para a banda vindo dos Obelisk, Lol Tolhurst e um guitarrista solo, já bastante conhecido na região pelas suas aptidões, Porl Thompson. Após várias tentativas para conseguirem um vocalista para a banda, Peter O’Toole acabou por ser escolhido. Neste periodo faziam covers de David Bowie, Alex Harvey, Jimi Hendrix, entre outros e começaram também a escrever o seu próprio material. Após alguns concertos que correram menos bem, Robert Smith decide recomeçar com um novo nome, Easy Cure, que surge do título de uma música escrita por Lol Tulhurst.

Concorrem a um concurso promovido por uma editora independente Alemã, a Hansa Records, que vencem, mas pouco depois percebem que tinham ganho o concurso não pelo seu valor mas pela sua imagem. Peter O’Toole abandona o projecto e o Robert assume a voz do grupo em Setembro de 1977. Pouco tempo depois rescindem o contracto com esta editora. O Robert deixa de achar piada ao nome da banda e muda-o para The Cure, pois soava-lhe demasiado “West Coast”. Enviam as suas demos a todas as maiores editoras mas não obtêm qualquer resposta excepto do A&R da Polydor, Chris Parry, que os satisfez… e após algum o tempo convence-os a assinar, não pela Polydor mas sim pela sua própria editora, a Fiction Records. Os The Cure são os primeiros a assinar por esta editora.

O primeiro single da banda, Killing An Arab é lançado no Natal de 1978, single esse que é bem recebido pela crítica Inglesa. O primeiro álbum, Three Imaginary Boys, só sai em junho de 1979, igualmente recebido com muito boas críticas, no entanto o som que caracteriza o álbum, ainda com algumas influências Punk, músicas rápidas e directas, já não são a imagem do Robert Smith desta altura mas sim de um Robert do passado, do periodo Easy Cure. A capa deste álbum tem a particularidade de não ter nome de músicas e não ter imagem alguma da banda, apenas umas imagens relacionadas com cada uma das músicas, criando um certo mistério em torno da banda. Mas o que Chris Parry queria demonstrar com esta atitude era que a banda valia pela sua música e não pela sua imagem. Nesta altura eles queriam demonstrar que eram apenas simples pessoas a fazer música, sem qualquer tipo de imagem. Fazem uma tour de promoção ao álbum e logo de seguida são convidados para serem a banda de suporte para a banda Siouxsie & The Banshees, e lançam dois singles: Boys Don’t Cry (Julho) e Jumping Someone Else’s Train (Outubro). Após uma invulgar deserção no seio desta banda em plena tour, Robert Smith oferece-se para o lugar de guitarrista durante esta Tour e em cada concerto faria os dois “sets”, tanto pelos Cure como pelos Banshees. Aqui termina a fase embrionária, mais ligada á fase Easy Cure e iniciar-se-ia a verdadeira essência da banda. O baixista, Michael Dempsey não se revia na direcção que a banda estava a tomar e decidiu afastar-se antes que Robert Smith o fizesse. Robert decide convidar o baixistaSimon Gallup e o amigo deste, o teclista Matthieu Hartley.

1980-1982 (Período Gótico)

Após a gravação deste primeiro álbum o Robert inicia pouco depois a gravação do periodo mais “negro” dos The Cure. A trilogia, Seventeen Seconds, Faith e Pornography. Este periodo é considerado pela grande parte dos fãs como a melhor fase da banda, na qual foram produzidas canções belas e soturnas como A Forest, Play For Today, Primary, All Cats Are Grey, Faith, Charlotte Sometimes, One Hundred Years, The Figurehead ou A Strange Day. À ilusão do Seventeen Seconds, segue-se a letargia do desespero em Faith. Todo esse desespero e emoções contidas transformam-se em raiva, ódio e num desespero ainda mais exacerbado em Pornography, tornando este álbum um marco para a música alternativa.

É um periodo que fica também marcado pelos vários excessos por parte de todos os membros, nomeadamente drogas, o que os levou a distanciarem-se uns dos outros. Na Picture Tour de 1981 os concertos assemelhavam-se a cerimónias religiosas, com uma atmosfera altamente depressiva ao ponto da audiência não aguentar e provocar graves tumultos. Nesta tour antes dos concertos, em vez de uma banda de suporte, apresentavam o filme Carnage Visors de Ric Gallup (irmão de Simon Gallup), um filme animado que criava a atmosfera pretendida para o inicio do concerto. Era frequente o Robert acabar o concerto em lágrimas.

Em 1982 começam a alterar a sua postura de “não-imagem” e começam a mudar o seu visual na digressão do álbum Pornography. Pintam os olhos com batom (que com o suor dava uma sensação de estarem a sangrar dos olhos) e começam a deixar crescer o cabelo duma forma desgrenhada.

Vivia-se um ambiente de “mal estar” dentro da banda e os concertos eram feitos quase sem qualquer diálogo entre os membros. Este período, que levou os membros da banda ao limite das suas capacidades físicas e psíquicas, culminou em cenas de pancadaria entre Simon Gallup e Robert Smith em plena tour de 1982. Os The Cure como eram conhecidos até então tinham acabado. No fim da tour a banda tinha acabado, apesar de oficialmente, o fim nunca ter sido confirmado.

1983-1984 (Período de Indefinição)

Em 1983 numa altura de indefinição quanto ao futuro da banda, Robert Smith inicia um projecto paralelo com o baixista dos Banshees, Steve Severin de nome The Glove. Apenas editam um álbum que foi bastante marcante para os dois, Blue Sunshine. Andy Anderson seria o baterista dos The Glove.

Nesta altura, Robert Smith fazia também parte integrante da banda Siouxsie & The Banshees e é neste periodo com esta banda que Robert adopta a sua imagem de marca, pretendendo de alguma forma integrar-se estéticamente. Lábios esborratados de batom, olhos pintados e o cabelo levantado de uma forma despenteada. Fez tanto sucesso que a sua imagem tornou-se um ícone. O Robert nesta altura sentia-se perfeitamente confortável em ser “apenas” guitarrista e temendo perder o Robert definitivamente para os Banshees, Chris Parry (dono da Fiction Records) incita-o a gravar algo diferente e mais comercial.

Antevendo um descontentamento e desilusão dos fãs, o Robert sugere gravar com um nome diferente que não The Cure, mas Chris Parry consegue convencê-lo dos beneficios. E assim em 1983 surgem os singles Let’s Go To Bed, The Walk e The Lovecats. Como Lol Tolhurst já não conseguia evoluir mais na bateria, passou para os teclados. Andy Anderson, seria o baterista nestas gravações e futuramente seria o novo baterista da banda. O produtor e baixista, Phil Thornalley seria o novo baixista.

Em 1984 os The Cure editam The Top, já com Porl Thompson, que já tinha estado ligado aos Easy Cure. Este é um álbum muito influênciado pela passagem do Robert pelos Banshees e também pela digressão que estes fizeram por Israel. É bastante diferente de tudo já alguma vez feito e deveras estranho, mas que com o tempo se torna cada vez mais apelativo e cativante. Um álbum que de tão estranho, foi recebido friamente e em parte Robert concorda com as críticas pois segundo ele, na altura, os The Cure eram ele e umas quantas pessoas e não verdadeiramente uma banda, de maneira que álbum foi quase completamente feito por ele. The Caterpillar é o único single deste álbum.

1985-1993 (Sucesso Comercial)

Em 1985, após uma longa conversa num bar, Simon Gallup regressa aos Cure e Andy Anderson entretanto já tinha sido substituido por Boris Williams na tour do The Top. O The Head On The Door é lançado e desta vez conseguem verdadeiramente atingir o “mainstream”. Os singles In Between Days e Close To Me são músicas que ainda hoje se ouvem em qualquer lugar. A night Like This é o terceiro single do álbum. Para além desses clássicos este álbum possui outras preciosidades que marcam a história da banda como a Sinking, Push, The Baby Screams, entre outras. Foi um álbum que marcou a banda e os deu a conhecer ao mundo, pois até aqui tinham sido uma banda apenas conhecida em certos circuitos alternativos.

Em 1986 é quando o sucesso se torna num fenómeno de popularidade assim que os The Cure lançam a compilação Standing on a Beach/Staring at the Sea. Boys Don’t Cry que quando foi lançado em 1980 não teve o sucesso esperado, em 1986 torna-se um hino da banda.

Em 1987 gravam no sul de França um disco duplo, Kiss Me Kiss Me Kiss Me, um projecto arrojado, com músicas pop belas contrastando com músicas cheias de raiva fazendo relembrar o periodo mais negro da banda. Why Can’t I Be You, Catch, Hot Hot Hot!!! e Just Like Heaven são algumas músicas do lado pop que contrastam com The Kiss, Torture ou If Only Tonight We Could Sleep, The Snakepit entre outras. Actuam pela primeira vez num país Lusófono - o Brasil. Porto Alegre, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e São Paulo foram as cidades contempladas.

Em 1989, surge o album que é considerado de uma forma mais ou menos consensual o melhor álbum da banda, Disintegration. Gravado numa fase particularmente difícil para o Robert, que na altura vivia a angústia da passagem para os trinta anos e da consciencialização de que o passado não volta, conseguiu canalizar todo o seu desespero para as suas letras e música. Nunca o triste e belo estiveram tão perto da perfeição. Com este disco alcançam com os singles bastante atenção mundial. Fascination Street, Pictures Of You, e principalmente, Lullaby (#5/UK) e Lovesong (#2/USA) alcançando óptimas posições nos “tops”. Laurence Tolhurst, é afastado da banda devido aos seus problemas com o álcool e fraca contribuição para a banda. Roger O’Donnel que já tinha sido contratado anteriormente assegura a função totalmente. Após uma longa tour mundial, que inclusive passa por Lisboa (Estádio de Alvalade), Robert despede-se com um “goodbye and I’ll never see you again”. No entanto a sua ameaça não se viria a confirmar.

Em 1990 Robert Smith surpreende todo o mundo com um álbum de remixes de algumas das suas mais conhecidas músicas. Mixed Up é o nome do álbum, o qual choca tanto a crítica mundial como os seus próprios fãs.

Em 1992 sai um novo disco de orgiginais, Wish, que tinha a dificil missão de superar o admirável Disintegration. Por isso mesmo para muitos foi uma decepção. Mas esquecendo o facto de ser praticamente impossível superar tal álbum, Wish não deixa de ser notável. A Letter To Elise, High e especialmente Friday I’m In Love foram os singles, que mais uma vez atingiram os “tops” mundiais. Ignorando a parte comercial, este álbum possui igualmente temas marcantes como Open, From the Edge of the Deep Green Sea, To Wish Impossible Things, entre outras. Foi o álbum de originais que mais vendeu.

O The Cure tinha atingido o auge da sua fama. Seguiu-se mais uma gigantesca tour mundial, da qual seriam editados dois álbuns; Show (com o lado mais comercial do Cure) e Paris (priorizando as canções mais intimistas). Aqui terminava mais uma fase dos The Cure. Boris Williams e Porl Thompson estavam de partida. Roger O’Donnell já tinha sido substituído em 1990 pelo roady da banda, Perry Bamonte.

1994-1999 (Declínio Comercial)

Após a debandada e para agravar a situação, Lol Tolhurst decide colocar Robert Smith em tribunal por direitos sobre o nome da banda. Apesar de ter perdido o caso, Lol Tolhurst causa danos na banda, que neste periodo praticamente deixou de existir.

Em 1995, Robert consegue juntar alguns elementos e começa a pensar num novo álbum. Roger O’Donnel é convidado de novo para os teclados, Perry deixa os teclados e passa para a guitarra a tempo inteiro e Simon continua no baixo. Como solução para a falta de baterista, decidem colocar um anúncio na NME. Jason Cooper consegue o lugar.

Em 1996 sai um novo álbum, Wild Mood Swings, após o Wish de 1992, um periodo demasiado longo para um mundo demasiado activo e sedento de novas direcções que praticamente já os tinha esquecido e vivia absorvido pela moda do Britpop. No entanto o álbum fica bastante longe das expectativas criadas mesmo pelos próprios fãs. Um álbum bastante heterogéneo e com umas sonoridades completamente atípicas até então. Pela primeira vez um álbum de originais dos Cure tinha vendido menos que o seu antecessor. Seguiu-se uma nova tour mundial e que mesmo apesar do fracasso comercial do álbum, enchia os recintos por todo o mundo. Apresentam-se novamente no Brasil, para concertos em São Paulo e Rio de Janeiro.

Iniciava-se uma longa travessia no deserto, preenchida por alguns festivais de Verão, algumas colaborações e uma nova compilação de singles, Galore, em 1997, mas que desta vez não teve o sucesso esperado, apesar dos excelentes singles que esta compilação contém. O nome The Cure já não vendia como antes…

Em 1998 voltam a Portugal pela terceira vez, após os concertos de Alvalade em 1989 e do Super Bock Super Rock em 1995, agora regressavam para um concerto no festival do Sudoeste.

2000-2008 e Presente (Ressurgimento)

Em 2000 os The Cure regressam para segundo Robert Smith, completar a trilogia iniciada com os álbuns Pornography e Disintegration e que agora seria completada com o Bloodflowers. Logo depois da tour, segundo ele acabaria com os Cure. Mais uma vez a sua “ameaça” não seria concretizada. O disco, apesar de não estar ao nível dos outros dois, reanima sem dúvida os The Cure, reavivando o entusiasmo pela banda. O album foi nomeado para um Grammy Award, na categoria de melhor álbum de rock alternativo. Seguiu-se uma nova tour Mundial e uma certa aclamação pela banda.

Em 2002 fazem uma nova tour Europeia por alguns dos maiores festivais do velho continente entre os quais uma vez mais o festival do Sudoeste em Portugal e no fim do ano, mais concretamente em Novembro fazem três concertos inesquecíveis, os famosos concertos da trilogia (Pornography, Disintegration e Bloodflowers) nas cidades de Bruxelas e Berlim. Em cada uma destas três noites a banda apresentou-nos ao vivo estas três obras completas perante uma audiência em delírio. As duas últimas noites podem ser revistas parcialmente no DVD “Trilogy” entretanto editado pela banda.

Apesar de já algumas bandas o terem referido no passado, é por esta altura que começam mais frequentemente a referir Smith e os Cure como uma das suas principais influencias.Smashing Pumpkins, Placebo, Interpol, Mogwai, Deftones, Bloc Party, Dinosaur Jr., Blink 182, Jane’s Addiction, My Chemical Romance, são algumas das bandas que podemos referir, já não referindo uma interminável lista de bandas góticas que foram e são obviamente muito influênciadas pelos The Cure. A banda é considerada uma das bandas que mais influênciou o rock alternativo moderno. E com isto a banda recebe um prémio da revista inglesa Q, “The Most Inspiring Band” perante uma plateia que recebeu Robert Smith de pé.

Em 2004 lançam um novo álbum, The Cure é o nome do novo álbum. Aclamado pela imprensa internacional e pelos fãs e segundo alguma imprensa, o melhor álbum desde o Disintegration. A MTV promove uma homenagem aos The Cure com a presença e depoimentos de várias bandas. Entram para o Rock Walk of Fame, e passam a figurar ao lado das maiores lendas de música rock mundial. Após uma pequena Tour Europeia, que desta vez passa pelo festival de Vilar de Mouros, Robert promove uma nova revolução na banda. Perry e Roger saem da banda sem grandes revelações dos motivos para tal e Porl Thompson, guitarrista e ídolo dos fãs da banda estava de regresso. A estreia neste seu regresso deu-se nos palcos do Live 8.

Em 2005 fazem uma nova tournée com a “nova banda” por alguns dos maiores festivais Europeus e que em 2006 seria editado em DVD com o nome Festival 2005. Durante o período entre 2005 e 2007 Robert Smith protelou sucessivamente a apresentação do novo álbum da banda alegando falta de inspiração, inclusive adiando uma tournée que passaria pelos Estados Unidos e Canadá a fim de terminar o álbum o mais rápido possível. Em Julho de 2007 teve início uma digressão mundial que começou na Ásia, passou pela Oceânia (Austrália e Nova Zelândia) mas foi abruptamente adiada quando se preparava para chegar aos Estados Unidos pelos motivos acima referidos. Em 2008 esta tournée passou pela Europa, incluindo um concerto no Pavilhão Atlântico em Portugal,[83] seguindo posteriormente para a América do Norte.

Em 27 de Outubro de 2008, é lançado na maior parte dos países da UE, inclusive Portugal, o décimo terceiro álbum de originais da banda, o 4:13 Dream, após quatro singles de promoção e um EP.

O 13º álbum de estúdio do The Cure, 4:13 Dream, era originalmente um álbum duplo, contudo, o frontman Robert Smith confirmou em entrevistas que essa idéia estava esquecida, apesar do fato que 33 músicas já haviam sido gravadas. Algumas faixas do álbum foram “recicladas” de sessões de gravações mais antigas. Um exemplo é ‘Sleep When I’m Dead’, que foi originalmente escrita para o álbum de 1985, ‘The Head On The Door’, e ‘A Boy I Never Knew’, uma regravação de uma música não lançada do álbum de 2004, ‘The Cure’. Smith atestou que o álbum seria composto principalmente de músicas de batida alta, enquanto as músicas mais dark poderiam ser lançadas em um outro álbum. O álbum recebeu opiniões variadas dos críticos. Enquanto alguns elogiaram o álbum como uma das gravações mais refinadas do The Cure, outros criticaram sua produção e suas letras e melodias confortáveis e mais leves. 4:13 Dream estreou como #16 no Billboard 200, vendendo aproximadamente 24.000 cópias na primeira semana.


———————————————————-

Membros

Robert Smith – vocais principais, guitarra, teclados (1976–present) 
Simon Gallup – baixo elétrico, teclados, backing vocals (1979–1982, 1985–present) 
Porl Thompson – guitarra, teclados (1976–1978, 1983–1993, 2005–present) 
Jason Cooper – bateria, percussão (1995–present)

Membros antigos

Lol Tolhurst – bateria, percussão, teclados, caixa de ritmos e outros (1976–1989)
Michael Dempsey – baixo elétrico, backing vocals (1976–1979) 
Matthieu Hartley – teclados (1979–1980) 
Phil Thornalley – baixo elétrico (1983–1984) 
Andy Anderson – bateria, percussão (1983–1984) 
Boris Williams – bateria, percussão (1984–1994) 
Roger O’Donnell – teclados, percussão (1987–1990, 1995–2005) 
Perry Bamonte – teclados, guitarra, baixo de seis cordas (1990–2005)

domingo, 27 de outubro de 2013

The Police

 Salve salve meus leindos, vortei pra falar duma banda cujo estou bastante viciada esses dias :) ::: THE POLICE
 
The PoliceBanda de de Pop rock de grande sucesso nos anos 80.

O The Police era formado por Sting no vocal e baixo, Andy Summers na guitarra e Stewart Copeland na bateria.

A história do The Police começa em 1977 em Londres na Inglaterra.Sting fazia parte da banda Last Exit. Esta banda tinha com principal base de suas musicas o Jazz. Com a dissolvição do Last Exit , Sting juntamente com o baterista Stewart Copeland e o guitarrista Henry Padovani, formou uma nova banda. Nascia assim o The Police.

Sting deixou de lado o Jazz e passou a apostar no rock. Misturando elementos da sonoridade Reggae, punk com New Wave o The Police se tornou uma das melhores bandas inglesas da época.

O primeiro trabalho a ser lançado pela banda foi Fall Out, single que obteve uma boa vendagem para um disco lançado com um selo independente. Nesta altura Andy Summers entrou no The Police, assumindo o lugar de Henry Padovani.

Em 1978, graças ao repentino sucesso do single Fall Out, o The Police conseguiu um contrato com a gravadora A&M.

Com a nova gravadora a banda lançou novos trabalhos como os singles Roxanne e Can't Stand Losing You, sendo este último alcançado uma boa posição na parada musical inglesa.

Neste mesmo ano, sem lançar sequer um álbum, o The Police foi em direção ao Estados Unidos para apresentação de pequenos shows.

A gravadora logo contornaria esta situação e lançou as pressas o álbumOutlandos d'Amour que surpreendentemente a chegou entre os dez mais tocados na Inglaterra.

Ao alcançarem sucesso na Inglaterra o The Police passou a tocar por todo o país para divulgar o novo single da banda, So Lonely".

Aproveitando-se do sucesso, a banda relança Roxanne, que também entrou nas paradas musicais. Mais tarde um outro single de sucesso foi lançado,Message in a Bottle, que se tornouo numero 1 na Inglaterra.

Em 1979 o The Police lança o seu segundo álbum, Reggatta de Blanc, um grande sucesso na Europa.

Em 1980 o The Police entrou em turnê por países que não tinham o costume de ser visitados por bandas de rock. Eram países como México, Grécia e Índia.

Com a chegada dos anos 80, o primeiro disco apresentado pelo The Police foiZenyatta Mondatta. Este trabalho ficou entre as 10 mais dos Estados Unidos.

O quarto álbum a ser lançado pelo grupo foi Ghost in the Machine de 1981. Este disco tem como principal sucesso a canção Every Little Thing She Does is Magic.

Em 1983 a banda lança Synchronicity, álbum que estreou já no primeiro lugar nas paradas inglesas. Synchronicity contém o mais conhecidos de todos os sucessos do The Police, a balada Every Breath You Take.

Para promover o álbum Synchronicity, o The Police fez uma grande turnê mundial. Depois da grande incursão pelo mundo a banda afirmou que daria um tempo.

Na verdade e que o The Police depois disso não retornaria mais. Já não se entendendo mais os integrantes do The Police não queriam mais continuar com a banda. No ano de 1986 o The Police matou a saudade dos fãs ao se apresentar no Live AID.

Somente em 2003 a banda darias as caras novamente após ser homenageada pela Rock and Roll Hall of Fame. O The Police fez um breve show tocando os sucessos Roxanne, Message in a Bottle e Every Breath you Take.

Em 2007, para comemorar os 30 anos de fundação, o The Police voltou a ativa para iniciar uma turne pelo mundo. Um destes shows aconteceu aqui, mas precisamente no estádio do Maracanã no Rio de Janeiro, contando com a participação de 70 mil pessoas.


fonte :
http://biografia-rock.blogspot.com.br/2010/09/police.html

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

jabá ;)

Olá pessoas leindas, estou aqui para lhes pedirem um imenso favor, que é:

quem gostar de música made in brazil curta minha novíssima page: https://www.facebook.com/apenasnacionais, quem quiser manda um like, quem não quiser manda também ahauehauehaueh, cês não sabem o quando mudarão minha vida u-u, até ;*

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Rock In Rio

Olá cidadãos e cidadãs desta nave mãe, irei falar do festival que está acontecendo, cujo o nome está ai em cima.

Então, tá todo mundo falando o mesmo caralho do ano passado de: "blábláblápopinrio, blábláanoquevemvaiteranittacaradecavaloefunkblábláblá", mas não dão uma olhada no line-up pra saber que quinta, sexta, sábado e domingo terá só rock em compensação ao ano passado e coisas bem fodonas no palco sunset QUE DEVERIAM ESTAR NO PALCO MUNDO COMO O TRIBUTO AO RAUL, mas enfim... querendo ou não VAI TER SIM POP E AFINS LÁ, NÃO SÃO VCS QUE ESCOLHEM OS ARTISTAS, BLZ? (mas ainda não entendo por que caralhos iveta está neste festival '-')

Vamos começar a falar por ordem, então de sexta até domingo(ontem): sexta só curti o tributo ao caju <3 e o guetta (sim, curto eletrônica), sábado curti TODOS os shows, foram todos fodões e domingo só JT salvou, mas ai vai de cada um de vocês né.

Eu só não entendo o por que de só porque o artista estar lá tocando de boas, chega os posers do caraleo do além e começa a falar que ama a banda/cantor (tipo beyoncetona, agora ela é diva até da puta que pariu ¬¬') tipo, é normal você ver o show, curtir o som e ir procurar mais sobre o artista, mas é coisa de retardado ouvir/ver 1 segundo do show e já sair falando em todas as redes sociais: "AI EU AMO ELE/ELA(S) DEMAISSSSS <3"( TIPO MUSE TSC TSC)

E também não entendo porque tanto preconceito com bandas do próprio país, porque lambem tanto artistas internacionais, pois os que estão lá estão só para cobrir cotas praticamente, mas merecem estar lá e outros mais mereciam né...

Enfim, quinta começa só os rosque lá no rock in rio, quem quiser saber quem vai tocar vá no site do rock in rio e veja o line-up ;), segunda tô de volta pra falar das bandas com menos preguiça HAHAHA ;*